O projeto que fechou com margem vira prejuízo entre a assinatura e a medição final — quase sempre porque ninguém acompanhou o desvio enquanto ele ainda era pequeno.
A medição chega por mensagem, o avanço físico é uma estimativa de quem estava no canteiro, e o comparativo com o orçamento só acontece quando alguém senta para fechar o mês.
Quando o número aparece, o desvio já tem seis semanas de idade e virou irreversível. Não é falta de competência — é falta de um lugar onde o previsto e o realizado se encontram todo dia.
O SWC PMO recebe a obra pronta do CRM, com escopo, premissas e cotações aprovadas, e passa a comparar o que foi planejado com o que está acontecendo.
Sem redigitação e sem a versão do escopo que só existe na cabeça de quem vendeu.
A árvore de atividades que gerou o orçamento é a mesma que gera o cronograma e o histograma de equipe. Não são três documentos que divergem.
Avanço físico e financeiro por etapa, com o previsto do orçamento ao lado do realizado.
O painel do que está fora da linha agora: atraso, custo acima do previsto e etapa sem responsável.
O desvio é registrado com causa, não só com número. Depois de algumas obras, o padrão dos seus atrasos fica visível.
Escopo, premissas, definições e cotações aprovadas chegam do CRM automaticamente, junto com o histórico da negociação.
Cruzando com o RH e o Treinamento, dá para saber se quem foi alocado numa etapa crítica tem a capacitação que ela exige.
Serve, e é onde costuma doer mais — obra pequena raramente tem alguém dedicado a acompanhar. A EAP pode ser rasa; o que importa é o previsto e o realizado ficarem no mesmo lugar.
Não é obrigatório, mas é onde ele rende. Sem o CRM você cadastra o projeto na mão; com ele, o orçamento vendido vira obra sem redigitação.
Só quem faz medição e aponta avanço. O restante da equipe não precisa de login — e usuários não são cobrados por acesso simultâneo.
Disponível a partir do plano Operação. 14 dias de teste, sem cartão.